Terça-feira, 04 de agosto de 2026

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Carolina Dieckmmann conta como foram os últimos dias de Preta Gil

Carolina Dieckmmann se emocionou ao relembrar os últimos dias de Preta Gil em Nova York, onde a cantora estava fazendo um tratamento experimental contra a doença e morreu no dia 20 de julho de 2025. A atriz contou que, entre os amigos mais próximos da artista, foi uma das que mais demorou a entender a gravidade da situação e revelou que embarcou para os Estados Unidos acreditando que conseguiria trazê-la de volta ao Brasil.

Carolina contou que o marido, Tiago Worcman, foi quem primeiro percebeu que o quadro era delicado. “Ele falou: ‘Eu acho que a Preta não vai chegar no dia do aniversário dela’. Eu disse: ‘Como assim? Eu falei com ela no FaceTime, vai dar, a gente vai passar o aniversário com ela’”, recordou durante o Saia Justa, do GNT.

A atriz contou que conseguiu uma folga rara nas gravações de Vale Tudo — novela que estava atuando na época — e comprou uma passagem para Nova York. Durante as 9 horas de voo, no entanto, a situação mudou completamente. Ao desembarcar, ela recebeu uma ligação de Flora Gil informando que Preta havia deixado o protocolo de tratamento.

Ao chegar à casa onde Preta estava hospedada, Carolina disse ter encontrado a amiga desacordada dentro do carro. “Ela estava totalmente inconsciente. Acho que colocaram muita medicação para ela não sentir dor. Ela estava morta-viva”, afirmou, descrevendo que o olhar da cantora parecia perdido até cruzar com o seu.

Mesmo diante da cena, Carolina disse que ainda acreditava em uma recuperação. “Eu fui para lá para buscar ela para vir para o Brasil viva. Não é possível. Ela vai chegar, vai”, lembrou, contando que ligou para Flora pedindo que antecipasse o avião para transportar Preta ao Brasil e que alterou seu próprio voo para São Paulo, onde a cantora seria internada no Hospital Sírio-Libanês.

Ela revelou ainda que o sobrinho de Preta, Bento, tentava prepará-la para o desfecho. “Ele olhava para mim e falava: ‘Carol, ela não vai chegar viva’. E eu respondia: ‘Vai’. Eu avisava para todo mundo que a situação estava muito feia, mas, dentro de mim, eu acreditava que conseguiríamos levá-la para o Brasil”, disse.

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